Veja a imagem abaixo e responda:
64 = 65?
Eis aqui a resposta para o 'truque'.
Se você tivesse feito isto em qualquer festival do colégio, com certeza seria bem melhor que a apresentação do Chapeuzinho Vermelho e do Lobo Mau...
Segundo o Gizmodo Brasil, a atualização para Windows Seven (Windows 7) de código KB971033 será a responsável por tentar "caçar" possíveis cópias fraudulentas ou piratas do sistema operacional da Microsoft. Segundo o fabricante, a atualização será capaz de acabar com mais de 70 exploits de ativação.
"Se forem encontrados quaisquer exploits de ativação, o Windows vai alertar o cliente e oferecer opções para resolver o problema — em muitos casos, com apenas alguns cliques. Computadores rodando Windows 7 genuíno sem exploits de ativação não verão nada — a atualização roda silenciosamente no plano de fundo protegendo seu sistema. Se o Windows 7 for não-genuíno, as notificações embutidas no Windows 7 vão informar ao cliente que o Windows não é original exibindo caixas de diálogo com informações e opções para o cliente ou obter mais informações, ou adquirir o Windows genuíno. O papel de parede será substituído por um plano de fundo simples (os ícones da área de trabalho, gadgets e programas fixos na barra de tarefas permanecerão no lugar). Lembretes periódicos e uma marca d'água persistente na área de trabalho funcionam como outros alertas ao cliente.
É importante saber que o cliente não verá redução nas funcionalidades em sua cópia do Windows — os programas do cliente funcionarão como esperado, e o acesso a informações pessoais fica inalterado."
Há muito esta Irmandade comprou um bote para navegar pelo lago da represa de Salto Caxias, antigo lugar de acampamento deste grupo. Adquirido com migalhas de cada um dos membros, o bote estava há anos parado na casa do Ir. Fábio, a espera de novas águas.
Promessas e mais promessas de descermos qualquer rio com ele, eis que dos murmúrios e telefonemas em uma noite de sábado combinou-se a 1ª Descida no Rio - Irmandade Véio Rosa.
O local? Rio São Franciso, estrada entre Ouro Verde e Toledo, partindo da Ponte do Recanto e chegando na Ponte de São Luiz (ou melhor, na cachoeira do "Vinagre").
Todo o trajeto foi cuidadosamente estudado algumas horas antes, no excelente Google Maps, com fotos tiradas há pelo menos 04 anos atrás. Ligações foram feitas e os Irmãos "Fábio" Daluz, Éder, Nânico Colpani e Fabiano aceitaram o desafio. Membros estes que coincidentemente foram os mesmos que há 10 anos atrás foram os precursores dos Acampamentos Véio Rosa.


Apesar de desconhecer o caminho, tinhamos na bagagem a experiência de uma vez termos flutuado com o bote nas calmas águas da represa citada. E várias centenas de partidas de futsaco.
Segundo o Vinagre, nosso guia de viagem, o trajeto daria uns 7 a 8 quilometros. Ledo engano.
Primeiro desafio: aonde descer com o bote, pois sequer conhecíamos o Recanto. Embrenhando-se no meio da mata, achamos, além de uma família ali acampada há dias,(acho que eram ciganos), uma Belina 1979, muito lixo e um barranco para descermos.
Inflado o bote, postos os coletes, entramos no bote, numa sutileza de um ogro comendo um suflê. No começo não sabíamos como remar. E ainda não sabemos. Cada um remava por si e o bote, quando não andava em circulos, batia nos galhos dos barrancos ou em qualquer outro obstáculo no caminho.
E foram esses galhos nossos maiores obstáculos. Cheios de espinhos e aranhas (isto mesmo aranhas, de todos os tamanhos, cores e "habilidades") tornaram-se verdadeiro martírio para os aventureiros. Tanto que, no primeiro deslize para as bordas do rio - e consequentemente para os galhos - eis que o Ir. Éder derruba o Ir. Daluz no rio. E eis que constatamos que àquele rio é podre.
Quando molhados, um cheiro de carniça tomava conta das roupas. E se engolíssemos a água, o gosto era de esgoto misturado com urina. Nada que muito lixo e esgoto sendo jogados no rio ao longo de vários anos.
Remamos vários quilometros em águas calmas. Nada das corredeiras que vimos no Google Maps. Mas esquecemos que as fotos do site foram tiradas no inverno, período de seca, enquanto estávamos em janeiro, após muita chuva, e as corredeiras que sobraram era apenas as maiores.
Após 7 quilometros de descida encontramos a primeira corredeira. WOW! Loucura. Esta já valeu a pena as horas de remada. E o bote, de U$ 100, resistiu bravamente. Mais alguns metros abaixo, nova corredeira, desta vez mais forte. E logo após outra, mais forte ainda! Ou seja, 7 quilometros de calmaria e a outra metade do trajeto com corredeiras em sequência.
Logo após a primeira corredeira marcamos um novo ponto de partida, cortando todo o trecho de águas calmas. Seria o ponto de partida da 2ª Descida, a ser narrada em outro dia.
Numa das últimas corredeiras o maior obstáculo: uma trifurcação bem estreita. E conseguimos mirar (e colidir) bem nos galhos de uma árvore que estava no meio do caminho. Era a nossa sina: se havia algo no caminho, batíamos nele. Desgraça.
Depois disso o Ir. Colpani descobriu que aranhas também são Filhas do Senhor e andam sobre as águas. Quando tentei matar uma aranha grande que esta no seu colete, o animal (a aranha) pulou do bote no rio, perseguiu a embarcação correndo sobre a água e saltou nele de novo. Ninja! Pena que logo em seguida morreu com uma remada.
Desde o começo sabíamos que nossa única preocupação era sair na ponte de Novo Sobradinho, porque logo abaixo era impossível transpor a "cachoeira do Vinagre", como disse o próprio Vinagre. Avistamos a dita ponte e saltamos no lamacento barranco do rio, mas com um certo sentimento que era possível descer a "cachoeira do Vinagre". Acho que não daria.
Promessas e mais promessas de descermos qualquer rio com ele, eis que dos murmúrios e telefonemas em uma noite de sábado combinou-se a 1ª Descida no Rio - Irmandade Véio Rosa.
O local? Rio São Franciso, estrada entre Ouro Verde e Toledo, partindo da Ponte do Recanto e chegando na Ponte de São Luiz (ou melhor, na cachoeira do "Vinagre").
Todo o trajeto foi cuidadosamente estudado algumas horas antes, no excelente Google Maps, com fotos tiradas há pelo menos 04 anos atrás. Ligações foram feitas e os Irmãos "Fábio" Daluz, Éder, Nânico Colpani e Fabiano aceitaram o desafio. Membros estes que coincidentemente foram os mesmos que há 10 anos atrás foram os precursores dos Acampamentos Véio Rosa.


Apesar de desconhecer o caminho, tinhamos na bagagem a experiência de uma vez termos flutuado com o bote nas calmas águas da represa citada. E várias centenas de partidas de futsaco.
Segundo o Vinagre, nosso guia de viagem, o trajeto daria uns 7 a 8 quilometros. Ledo engano.
Primeiro desafio: aonde descer com o bote, pois sequer conhecíamos o Recanto. Embrenhando-se no meio da mata, achamos, além de uma família ali acampada há dias,(acho que eram ciganos), uma Belina 1979, muito lixo e um barranco para descermos.
Inflado o bote, postos os coletes, entramos no bote, numa sutileza de um ogro comendo um suflê. No começo não sabíamos como remar. E ainda não sabemos. Cada um remava por si e o bote, quando não andava em circulos, batia nos galhos dos barrancos ou em qualquer outro obstáculo no caminho.
E foram esses galhos nossos maiores obstáculos. Cheios de espinhos e aranhas (isto mesmo aranhas, de todos os tamanhos, cores e "habilidades") tornaram-se verdadeiro martírio para os aventureiros. Tanto que, no primeiro deslize para as bordas do rio - e consequentemente para os galhos - eis que o Ir. Éder derruba o Ir. Daluz no rio. E eis que constatamos que àquele rio é podre.
Quando molhados, um cheiro de carniça tomava conta das roupas. E se engolíssemos a água, o gosto era de esgoto misturado com urina. Nada que muito lixo e esgoto sendo jogados no rio ao longo de vários anos.
Remamos vários quilometros em águas calmas. Nada das corredeiras que vimos no Google Maps. Mas esquecemos que as fotos do site foram tiradas no inverno, período de seca, enquanto estávamos em janeiro, após muita chuva, e as corredeiras que sobraram era apenas as maiores.
Após 7 quilometros de descida encontramos a primeira corredeira. WOW! Loucura. Esta já valeu a pena as horas de remada. E o bote, de U$ 100, resistiu bravamente. Mais alguns metros abaixo, nova corredeira, desta vez mais forte. E logo após outra, mais forte ainda! Ou seja, 7 quilometros de calmaria e a outra metade do trajeto com corredeiras em sequência.
Logo após a primeira corredeira marcamos um novo ponto de partida, cortando todo o trecho de águas calmas. Seria o ponto de partida da 2ª Descida, a ser narrada em outro dia.
Numa das últimas corredeiras o maior obstáculo: uma trifurcação bem estreita. E conseguimos mirar (e colidir) bem nos galhos de uma árvore que estava no meio do caminho. Era a nossa sina: se havia algo no caminho, batíamos nele. Desgraça.
Depois disso o Ir. Colpani descobriu que aranhas também são Filhas do Senhor e andam sobre as águas. Quando tentei matar uma aranha grande que esta no seu colete, o animal (a aranha) pulou do bote no rio, perseguiu a embarcação correndo sobre a água e saltou nele de novo. Ninja! Pena que logo em seguida morreu com uma remada.
Desde o começo sabíamos que nossa única preocupação era sair na ponte de Novo Sobradinho, porque logo abaixo era impossível transpor a "cachoeira do Vinagre", como disse o próprio Vinagre. Avistamos a dita ponte e saltamos no lamacento barranco do rio, mas com um certo sentimento que era possível descer a "cachoeira do Vinagre". Acho que não daria.
1ª Descida no Rio - Irmandade Véio Rosa (parada) from Fabiano Scuzziato on Vimeo.
No próximo conto do Véio, narrarei a 2ª Descida no Rio - Irmandade Véio Rosa, onde vocês irão assistir o vídeo mais engraçado do ano.
Maio de 2009, numa cidade litorânea do RS, muito frio e mar agitado, a cidade parece deserta...
Os habitantes, endividados e vivendo as custas de crédito.
Por sorte chega um viajante rico, entra num pequeno hotel, saca 2 notas de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o viajante vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
Este, pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.
O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.
O veterinário, com a duas notas em mãos, vai até a zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).
A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, ás vezes, levava seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações, e paga a conta.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede as duas notas de volta, agradece e diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade.
Ninguém ganhou nenhum vintém, porém agora toda a cidade vive sem dívidas e com o crédito restaurado, e começa a ver o futuro com confiança!
Os habitantes, endividados e vivendo as custas de crédito.
Por sorte chega um viajante rico, entra num pequeno hotel, saca 2 notas de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o viajante vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
Este, pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.
O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.
O veterinário, com a duas notas em mãos, vai até a zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).
A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, ás vezes, levava seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações, e paga a conta.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede as duas notas de volta, agradece e diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade.
Ninguém ganhou nenhum vintém, porém agora toda a cidade vive sem dívidas e com o crédito restaurado, e começa a ver o futuro com confiança!
MORAL DA HISTÓRIA: Quando o dinheiro circula, não há crise!!!
O fato aconteceu em uma via rápida em Taiwan. Segundo o próprio motorista do caminhão, ele dormiu ao volante e só acordou depois da primeira pancada.
4 pessoas morreram e mais de 20 sairam feridas no acidente.
4 pessoas morreram e mais de 20 sairam feridas no acidente.
Se o vídeo for removido, clique aqui para assistí-lo.
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Pare. Pense. Viva.
Manifesto da Sociedade Alternativa.
Raul Seixas.
A Irmandade
Surgida em agosto de 2003, a Irmandade Véio Rosa glorifica e apregoa os ensinamentos daquele que morreu na pedreira. Poucos conhecem este grande conhecedor das estruturas minerais e cujos ensinamentos elucidam os mais sábios das sociedades antigas. Com sua argola no braço, longa barba e muita dedicação em acabar com o Cristianismo e qualquer forma de vinculação à madeira, o Grande Véio Rosa emerge como a nova fonte de luz para um mundo perdido, que cada vez mais abandona a rocha por plásticos e materiais sintéticos.
O Véio Rosa
Em sua condição mortal, Véio Rosa foi um ancião que tinha por tarefa explodir as pedras de uma pedreira em Toledo - Paraná, transformando-as em britas. Também as quebrava usando uma picareta e por isso usava uma argola de cobre no braço para não dar cãibras. Certo dia calculou errado o tempo e quantidade de dinamite usada para detonar mais uma muralha, morrendo esmagado, soterrado. Toda vez que nós, Irmãos, passávamos perto da pedreira comentávamos: "Está vendo aquele lugar ali? Foi aí que Véio Rosa explodiu as pedras e morreu".
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