Este é o primeiro 29 de fevereiro do Blog da Irmandade. E daí?!?!! Foda-se.
Entenda, pela sabedoria popular da Wikipedia, o que é um "ano bissexto".
Cálculo
No caso do calendário gregoriano, há a inserção de 1 dia extra a cada 4 anos no mês de fevereiro, que passa a ter 29 dias (ano com 366 dias) ao invés de 28 como nos anos comuns de 365 dias. Diferentemente do que o senso comum nos leva a crer, o dia extra do ano bissexto não é o 29° e sim o 24° do mês de fevereiro. Para concluir se um ano é bissexto basta ser verificada a condição do ano ser divisível por 400 (o resto da divisão do ano por 400 é zero), ou no caso de essa condição ser falsa, o ano ser divisível por 4 mas não por 100.
São portanto bissextos:
* Os múltiplos de 4 e não múltiplos de 100: 1996, 2004, 2008 e 2012
* Os múltiplos de 400: 1600, 2000, 2400
Não são bissextos:
* Os não múltiplos de 4: 1601, 1999, 2002 e 2015
* Os múltiplos de 100 e não de 400: 1700, 1800, 1900 e 2100
Por que um ano é bissexto?
A razão da existência do ano bissexto é para se corrigir a discrepância entre o ano-calendário convencional e o tempo de translação da Terra em volta do Sol — o ano solar. A Terra demora aproximadamente 365,25 dias solares (1 ano trópico) para dar uma volta completa ao redor do Sol, enquanto o ano-calendário comum (por convenção) tem 365 dias solares. Portanto, sobram aproximadamente seis horas (0,25 dia) a cada ano solar. As horas excedentes são somadas e, a cada quatro anos, adicionadas ao calendário na forma de um dia (4 x 6h = 1 dia). Este dia extra é incluído no mês de fevereiro, que terá então 29 dias.
A origem do nome bissexto
A origem do nome bissexto tem relação com o antigo calendário romano. Os romanos adotavam nomes para os dias. O primeiro dia de um mês chamava-se Calendae. Os últimos dias de um mês eram nomeados em relação a quanto tempo faltava para o primeiro dia do mês seguinte.
Veja o exemplo:
7° dia antes das Calendae de março, 6° dia antes das Calendae de março, 5° dia antes das Calendae de março e assim por diante. O 6º dia antes das Calendae de março, ou seja, o dia 24, era o dia que se duplicava, ocorrendo dois 6º dia antes das Calendae de março, originando-se aí o nome bissexto.
Não existia um 2° dia antes das Calendae. Isso ocorria pois de acordo com o sistema de contagem usado pelos romanos o próprio Calendae era o primeiro dia. Então o dia antes das Calendae e o 2° dia antes das Calendae significavam a mesma coisa. Na prática, fazendo um paralelo entre o sistema usado pelos romanos e o atual, o final do mês de fevereiro se apresentaria da seguinte forma:
7° dia antes das Calendae de março (ante diem septimum kalendas martias) = 23 de fevereiro
6° dia antes das Calendae de março (ante diem sextum kalendas martias) = 24 de fevereiro
5° dia antes das Calendae de março (ante diem quintum kalendas martias) = 25 de fevereiro
4° dia antes das Calendae de março (ante diem quartum kalendas martias) = 26 de fevereiro
3° dia antes das Calendae de março (ante diem tertium kalendas martias) = 27 de fevereiro
o dia antes das Calendae de março (pridiem kalendas martias) = 28 de fevereiro
Calendae de março (kalendas martias) = 1° de março
O calendário romano tinha uma peculiaridade: quase sempre foi necessário incluir um mês extra ou períodos variáveis de inverno para o ano ficar com um número de dias ao redor de 365. Na época da adoção do calendário juliano, o romano tinha 355 dias por ano, sem contar os extras. A cada 2 anos era necessário incluir um mês chamado Intercalaris de 22 ou 23 dias para minimizar os problemas de sincronia deste sistema com as estações do ano. Retrocedendo alguns séculos na história, na época da introdução do calendário romano, esse mês extra ficava entre o 7° e o 6° dia antes das Calendae de março pois nesta primeira versão, março era o primeiro mês do ano e os meses de janeiro e fevereiro não existiam. Nada mais natural que colocar o Intercalaris antes do início do ano (equivalente a depois do fim do ano). Mesmo após a primeira reforma do calendário romano que incluiu os meses de janeiro e fevereiro, o mês extra continuou antes do mês de março, dentro de fevereiro. Júlio César, ao criar seu calendário, manteve o padrão para o dia extra do ano bissexto, dobrando o então chamado 6° dia antes das Calendae de março. Fazendo novamente um paralelo entre o calendário romano e o sistema atual, incluindo o dia extra do ano bissexto, temos:
7° dia antes das Calendae de março (ante diem septimum kalendas martias) = 23 de fevereiro
6° dia antes das Calendae de março (ante diem sextum kalendas martias) = 24 de fevereiro
5° dia antes das Calendae de março (ante diem bis sextum kalendas martias) = 25 de fevereiro
4° dia antes das Calendae de março (ante diem quintum kalendas martias) = 26 de fevereiro
3° dia antes das Calendae de março (ante diem quartum kalendas martias) = 27 de fevereiro
2° dia antes das Calendae de março (ante diem tertium kalendas martias) = 28 de fevereiro
o dia antes das Calendae de março (pridiem kalendas martias) = 29 de fevereiro
Calendae de março (kalendas martias) = 1° de março
O dia inserido era o sexto dia de novo (bis sextum) antes das Calendae de acordo com a contagem romana. E isso também explica o motivo do dia extra do mês de fevereiro ser o 25° e não o 29°. Mas trata-se de curiosidade histórica, pois ela depende de um esquema de nomeação de dias já abandonado. Efetivamente, o dia adicional é o 29°.
Entenda, pela sabedoria popular da Wikipedia, o que é um "ano bissexto".
Cálculo
No caso do calendário gregoriano, há a inserção de 1 dia extra a cada 4 anos no mês de fevereiro, que passa a ter 29 dias (ano com 366 dias) ao invés de 28 como nos anos comuns de 365 dias. Diferentemente do que o senso comum nos leva a crer, o dia extra do ano bissexto não é o 29° e sim o 24° do mês de fevereiro. Para concluir se um ano é bissexto basta ser verificada a condição do ano ser divisível por 400 (o resto da divisão do ano por 400 é zero), ou no caso de essa condição ser falsa, o ano ser divisível por 4 mas não por 100.
São portanto bissextos:
* Os múltiplos de 4 e não múltiplos de 100: 1996, 2004, 2008 e 2012
* Os múltiplos de 400: 1600, 2000, 2400
Não são bissextos:
* Os não múltiplos de 4: 1601, 1999, 2002 e 2015
* Os múltiplos de 100 e não de 400: 1700, 1800, 1900 e 2100
Por que um ano é bissexto?
A razão da existência do ano bissexto é para se corrigir a discrepância entre o ano-calendário convencional e o tempo de translação da Terra em volta do Sol — o ano solar. A Terra demora aproximadamente 365,25 dias solares (1 ano trópico) para dar uma volta completa ao redor do Sol, enquanto o ano-calendário comum (por convenção) tem 365 dias solares. Portanto, sobram aproximadamente seis horas (0,25 dia) a cada ano solar. As horas excedentes são somadas e, a cada quatro anos, adicionadas ao calendário na forma de um dia (4 x 6h = 1 dia). Este dia extra é incluído no mês de fevereiro, que terá então 29 dias.
A origem do nome bissexto
A origem do nome bissexto tem relação com o antigo calendário romano. Os romanos adotavam nomes para os dias. O primeiro dia de um mês chamava-se Calendae. Os últimos dias de um mês eram nomeados em relação a quanto tempo faltava para o primeiro dia do mês seguinte.
Veja o exemplo:
7° dia antes das Calendae de março, 6° dia antes das Calendae de março, 5° dia antes das Calendae de março e assim por diante. O 6º dia antes das Calendae de março, ou seja, o dia 24, era o dia que se duplicava, ocorrendo dois 6º dia antes das Calendae de março, originando-se aí o nome bissexto.
Não existia um 2° dia antes das Calendae. Isso ocorria pois de acordo com o sistema de contagem usado pelos romanos o próprio Calendae era o primeiro dia. Então o dia antes das Calendae e o 2° dia antes das Calendae significavam a mesma coisa. Na prática, fazendo um paralelo entre o sistema usado pelos romanos e o atual, o final do mês de fevereiro se apresentaria da seguinte forma:
7° dia antes das Calendae de março (ante diem septimum kalendas martias) = 23 de fevereiro
6° dia antes das Calendae de março (ante diem sextum kalendas martias) = 24 de fevereiro
5° dia antes das Calendae de março (ante diem quintum kalendas martias) = 25 de fevereiro
4° dia antes das Calendae de março (ante diem quartum kalendas martias) = 26 de fevereiro
3° dia antes das Calendae de março (ante diem tertium kalendas martias) = 27 de fevereiro
o dia antes das Calendae de março (pridiem kalendas martias) = 28 de fevereiro
Calendae de março (kalendas martias) = 1° de março
O calendário romano tinha uma peculiaridade: quase sempre foi necessário incluir um mês extra ou períodos variáveis de inverno para o ano ficar com um número de dias ao redor de 365. Na época da adoção do calendário juliano, o romano tinha 355 dias por ano, sem contar os extras. A cada 2 anos era necessário incluir um mês chamado Intercalaris de 22 ou 23 dias para minimizar os problemas de sincronia deste sistema com as estações do ano. Retrocedendo alguns séculos na história, na época da introdução do calendário romano, esse mês extra ficava entre o 7° e o 6° dia antes das Calendae de março pois nesta primeira versão, março era o primeiro mês do ano e os meses de janeiro e fevereiro não existiam. Nada mais natural que colocar o Intercalaris antes do início do ano (equivalente a depois do fim do ano). Mesmo após a primeira reforma do calendário romano que incluiu os meses de janeiro e fevereiro, o mês extra continuou antes do mês de março, dentro de fevereiro. Júlio César, ao criar seu calendário, manteve o padrão para o dia extra do ano bissexto, dobrando o então chamado 6° dia antes das Calendae de março. Fazendo novamente um paralelo entre o calendário romano e o sistema atual, incluindo o dia extra do ano bissexto, temos:
7° dia antes das Calendae de março (ante diem septimum kalendas martias) = 23 de fevereiro
6° dia antes das Calendae de março (ante diem sextum kalendas martias) = 24 de fevereiro
5° dia antes das Calendae de março (ante diem bis sextum kalendas martias) = 25 de fevereiro
4° dia antes das Calendae de março (ante diem quintum kalendas martias) = 26 de fevereiro
3° dia antes das Calendae de março (ante diem quartum kalendas martias) = 27 de fevereiro
2° dia antes das Calendae de março (ante diem tertium kalendas martias) = 28 de fevereiro
o dia antes das Calendae de março (pridiem kalendas martias) = 29 de fevereiro
Calendae de março (kalendas martias) = 1° de março
O dia inserido era o sexto dia de novo (bis sextum) antes das Calendae de acordo com a contagem romana. E isso também explica o motivo do dia extra do mês de fevereiro ser o 25° e não o 29°. Mas trata-se de curiosidade histórica, pois ela depende de um esquema de nomeação de dias já abandonado. Efetivamente, o dia adicional é o 29°.
Glória Maria entrevistando Freddie Mercury. No final teve até um tentativa do vocalista do Queen de "encoxar" a repórter.
Festas de formatura são ótimas! Um "pouquinho" de álcool na cabeça e a galera se libera. É cada coisa que até Madame Bella duvida e que colocariam o RedTube no chinelo.
Está certo que algumas pessoas abusam, mas mesmo assim fazem a alegria das pessoas ali presentes e especialmente dos internautas.
Clique na imagem abaixo e se delicie com mais uma dessas festas.
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E ainda deveriam aplicar multa por ter estacionado em frente ao hidrante.
A montadora norte-americana lançou esta semana um novo sistema de air-bags voltado especialmente para os homens. É uma nova tecnologia que uno boa genética com uma boa dose de silicone.
Na minha opinião, a maior criação automobilística desde a invenção das rodas.
Na minha opinião, a maior criação automobilística desde a invenção das rodas.



PS: acho que o número de acidentes de trânisto aumentará consideravelmente com este invento.
Não entendo esta história de adaptar o título de um filme para um determinado país. Traduzir é uma coisa, mas mudar completamente o título pode descaracterizar completamente o filme.
Aconteceu em "Xeque-mate" (nome original "Lucky Number Slevin"). O que Xeque-mate tem a ver com o filme?? Toda a películo tem apenas duas cenas do chefão jogando xadrez e mais nada. Ponto. "Lucky Number Slevin" (Número da Sorte Slevin) deve ter sido pensado, repensado, sonhado, discutido e rediscutido até titularizar o filme. Xeque-mate não.
O mesmo ocorreu com "No Country for Old Man", ganhador do Oscar este ano (2008). Para quem assistiu o longa sabe bem que o nome do filme encaixa-se perfeitamente com o enredo do filme. Na verdade com 1/3 do filme (porquê a história é dividida em duas, paralelas: uma com Tommy Lee Jones, interpretando um policial desiludido com a modernidade; e outra que narra o filme propriamente dito).
Mas sendo o filme "cult", não quer retratar mais um "policial americano" (gênero) ou ser um simples filme de ação, o que se quer expressar é que nem tudo esta ligado ou pode ser premeditado. Qualquer coisa pode acontecer a qualquer um a qualquer momento. "Onde os fracos não tem vez" é um nome que denigre o filme, qualificando-o como mais um simples filme de ação, morte e bang-bang.
Aconteceu em "Xeque-mate" (nome original "Lucky Number Slevin"). O que Xeque-mate tem a ver com o filme?? Toda a películo tem apenas duas cenas do chefão jogando xadrez e mais nada. Ponto. "Lucky Number Slevin" (Número da Sorte Slevin) deve ter sido pensado, repensado, sonhado, discutido e rediscutido até titularizar o filme. Xeque-mate não.
O mesmo ocorreu com "No Country for Old Man", ganhador do Oscar este ano (2008). Para quem assistiu o longa sabe bem que o nome do filme encaixa-se perfeitamente com o enredo do filme. Na verdade com 1/3 do filme (porquê a história é dividida em duas, paralelas: uma com Tommy Lee Jones, interpretando um policial desiludido com a modernidade; e outra que narra o filme propriamente dito).
Mas sendo o filme "cult", não quer retratar mais um "policial americano" (gênero) ou ser um simples filme de ação, o que se quer expressar é que nem tudo esta ligado ou pode ser premeditado. Qualquer coisa pode acontecer a qualquer um a qualquer momento. "Onde os fracos não tem vez" é um nome que denigre o filme, qualificando-o como mais um simples filme de ação, morte e bang-bang.
Nós, desta Irmandade, organizamos uma sessão de poker a cada 15 dias para reunir os fraternos e disputar a linguiçada (não, não é o que você esta pensado...). Na última partida, depois de horas e horas de jogo a fio na residência de Irmão Herdsen, com duelos emocionantes, perderam a disputa os Irmãos Daluz, Fabiano e eu. Nós pagaremos a linguiçada da semana que vem na casa de um desses.
Entretanto, jogamos só pelo prazer (hum... não da linguiçada) de derrotar os adversários e vê-los pagar na outra rodada.
Nós não jogamos dinheiro vivo. Mas se você estiver interessado em jogar valendo uma graninha, a dica está no link acima (clique na figura). Neste site você encontra diversas sala de poker mundo a fora, valendo alguns centavos de dólar até quantias exorbitantes. Basta fazer o download do software, depositar com seu cartão de crédito e ver a grana aumentar (ou não).
Enfim, se você for jogar não esqueça de deixar aqui seu parecer.
Entretanto, jogamos só pelo prazer (hum... não da linguiçada) de derrotar os adversários e vê-los pagar na outra rodada.
Nós não jogamos dinheiro vivo. Mas se você estiver interessado em jogar valendo uma graninha, a dica está no link acima (clique na figura). Neste site você encontra diversas sala de poker mundo a fora, valendo alguns centavos de dólar até quantias exorbitantes. Basta fazer o download do software, depositar com seu cartão de crédito e ver a grana aumentar (ou não).
Enfim, se você for jogar não esqueça de deixar aqui seu parecer.

Esse cidadão é Amarillo Preston, ou Amarillo Slim como é mais conhecido. Ele é um dos fenômenos do pôker, ex-campeão do World Series of Poker.Mas ele também é conhecido por suas apostas malucas... malucas só para os outros.
Slim vs Seabiscuit
Seabiscuit, o cavalo de corridas campeão, era tão rápido e lendário que inspirou a realização de um filme com o mesmo nome, nomeado para os Óscares. Ninguém aposta contra um cavalo super-rápido que corre dopado! Mas, se alguém é inteligente, aposta se for contra o Amarilo Slim.
Quando Slim proclamou que podia ganhar ao Seabiscuit numa corrida de 100m, a maior parte dos apostadores achou que ele tinha perdido o juízo e fez fila para ficar com o seu dinheiro. A única condição era que Amarilo Slim escolhia a pista. "Ninguém disse que teria de ser uma pista de 100m em linha recta" recordou Slim, após escolher uma pista de 50m onde a corrida seria realizada 50m ida e volta.
Naturalmente Seabiscuit deixou o Slim a milhas nos primeiros 50m, mas como o cavalo ia tão embalado foi difícil pará-lo e fazê-lo voltar para trás. Quando o jockey conseguiu acalmar o cavalo e voltar, Slim já tinha chegado à linha de chegada.
Slim vs the County Club
Campos de golfe são geralmente lugares frequentados por pessoas com dinheiro. Por isso, não era nenhuma surpresa ver o Sr.Preston num deles, tentando persuadi-los a ficar sem o seu dinheiro. Neste caso, Slim apostou que conseguia lançar uma bola de golfe a 1.600m apenas com uma tacada, uma bola de golfe normal e um taco escolhido no clube de golfe. Assim que ele conseguiu juntar os milhares de dólares das apostas, meteu-se no seu carro e ordenou a todos que o seguissem.
Levou os jogadores de golfe durante quilómetros até um lago gelado. Colocou a bola no tee e após uma tacada, viu a bola saltitar e deslizar no gelo até muito para além dos 1.600m.
Slim vs Jogador de Bowling Vendado
Esta história demonstra a preparação que Slim colocava nas suas apostas. Ele conseguiu convencer um jogador profissional de bowling a aceitar uma aposta de $20.000 como ele não conseguia fazer mais de 70 com os olhos vendados. O orgulhoso jogador aceitou a aposta, mas não conseguiu. A seguir veio outro jogador e fez a mesma aposta, desta vez como conseguia 50 com os olhos vendados. Slim ganhou novamente e o jogador até acertou com a bola numa janela de vidro.
De repente entrou o condutor de Slim. Slim afirmou que ele conseguia fazer mais de 70 vendado. Que hipóteses tinha ele se dois profissionais não tinham conseguido? Ele, de maneira espantosa, ganhou a aposta mas não contou aos seus adversários que o 'condutor' a quem eles colocaram a venda foi toda a vida cego!
A Intel lançou, nesta terça-feira (19/02), uma plataforma de processamento voltada a gamers. Apelidada de Skulltrail, ela tem oito núcleos e permite a escolha entre placas gráficas múltiplas da ATI ou Nvidia.
Voltada a desktops, a plataforma possui dois microprocessadores quad-core, e foi formalmente apresentada, durante a Game Developers Conference, em São Francisco (EUA), como Intel Dual Socket Extreme Desktop Platform.
Cada processador Intel Core 2 Extreme QX9975 custa 1.499 dólares, e o valor da placa-mãe criada para o sistema é de 649 dólares. O investimento total (dos dois processadores mais a placa-mãe) é de 3.647 dólares. Os componentes já estão no mercado.
Cada núcleo do processador roda em 3,2GHz, tem 12MB de cache L2 e barramento frontal de 1600 MHz. Além disso, a Intel removeu seu sistema de proteção contra overclocking.
A empresa, contudo, não garante duração ou eficiência do produto sob esta condição. “A Intel não testou e não garante o funcionamento do processador com estas especificações", diz a empresa.
Segundo a Intel, alguns fabricantes de PCs voltados ao mercado de games lançarão desktops com o Skulltrail nos próximos 30 dias, incluindo Voodoo, Velocity Micro, Vigor Gaming, Armari, Boxx Tech, Digital Storm, Falcon Northwest e Maingear.
Recentemente, a Apple incluiu oito núcleos de processamento em novo modelo da Mac Pro.
Voltada a desktops, a plataforma possui dois microprocessadores quad-core, e foi formalmente apresentada, durante a Game Developers Conference, em São Francisco (EUA), como Intel Dual Socket Extreme Desktop Platform.
Cada processador Intel Core 2 Extreme QX9975 custa 1.499 dólares, e o valor da placa-mãe criada para o sistema é de 649 dólares. O investimento total (dos dois processadores mais a placa-mãe) é de 3.647 dólares. Os componentes já estão no mercado.
Cada núcleo do processador roda em 3,2GHz, tem 12MB de cache L2 e barramento frontal de 1600 MHz. Além disso, a Intel removeu seu sistema de proteção contra overclocking.
A empresa, contudo, não garante duração ou eficiência do produto sob esta condição. “A Intel não testou e não garante o funcionamento do processador com estas especificações", diz a empresa.
Segundo a Intel, alguns fabricantes de PCs voltados ao mercado de games lançarão desktops com o Skulltrail nos próximos 30 dias, incluindo Voodoo, Velocity Micro, Vigor Gaming, Armari, Boxx Tech, Digital Storm, Falcon Northwest e Maingear.
Recentemente, a Apple incluiu oito núcleos de processamento em novo modelo da Mac Pro.
Fonte: idgnow.uol.com.br
PS: em homenagem ao Ir. Hersen que está com um (ultra-super-super-dupper) PC novo que roda Call Of Duty 4 na resolução máxima num monitor de 14' (?!?!)
Assistam este vídeo:
Não é apenas uma questão de tombo, braço quebrado do motoqueiro ou uns 30 mil dólares de prejuízo com a moto. O ponto principal é que um mané desses, ao querer se exibir para seu macho, pode cair e provocar um acidente monumental em uma estrada tão movimentada quanto a em cena.
Duvidam? É só assistirem este vídeo que demonstra a causa e efeito de uma babaquisse como esta. Não é só a vida do filho-da-puta irresponsável que esta em jogo.
Duvidam? É só assistirem este vídeo que demonstra a causa e efeito de uma babaquisse como esta. Não é só a vida do filho-da-puta irresponsável que esta em jogo.
I Expedição Marumbi - Irmandade Véio Rosa

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Direto do Um Drink no Inferno ("From Dusk Til Dawn").
O cara devia estar muito chapado!


Ursos pardos não gostam de Lada.
O fotografo britânico Mark Humpage passou seis dias no circulo polar ártico, com o objetivo de capturar imagens do maravilhoso fenômeno chamado Aurora Boreal (isso me lembra um golpe do Cisne, dos Cavaleiros do Zodíaco).

Fotografia paisagista foi algo que sempre despertou uma atenção especial em mim. Observem abaixo mais algumas fotos do trabalho de Mark, ou visite o site.
Templo da Igreja Universal é pichado em Pinheiros
Via Yahoo! Notícias
No final da noite de ontem, a porta de aço do templo da Igreja Universal do Reino de Deus, localizada na rua Butantã, em Pinheiros, zona oeste da capital paulista, foi pichada com as seguintes frases: "Pastores farsantes"; "Edir Macedo ladrão"; "Dinheiro sujo"; "O jornal publica o que quer".
As frases, assinadas por um grupo que se identifica como "Os Bicho Vivo, Malignos, Trolhas e Túmulos", fazem referência ao processo movido pela Igreja Universal e pelos fiéis contra os jornais "Folha de S.Paulo", "O Globo" e "Extra", que publicaram reportagens sobre o "império" da Universal.
Tornou-se rotina pelas ruas da capital a ação desse grupo de pichadores sempre após a divulgação de crimes e fatos de repercussão na mídia. No último domingo, na edição do "Domingo Espetacular", da TV Record, foi exibida uma reportagem de 14 minutos na qual a igreja, em razão das publicações, ataca diretamente os jornais e a repórter Elvira Lobato.
As frases, assinadas por um grupo que se identifica como "Os Bicho Vivo, Malignos, Trolhas e Túmulos", fazem referência ao processo movido pela Igreja Universal e pelos fiéis contra os jornais "Folha de S.Paulo", "O Globo" e "Extra", que publicaram reportagens sobre o "império" da Universal.
Tornou-se rotina pelas ruas da capital a ação desse grupo de pichadores sempre após a divulgação de crimes e fatos de repercussão na mídia. No último domingo, na edição do "Domingo Espetacular", da TV Record, foi exibida uma reportagem de 14 minutos na qual a igreja, em razão das publicações, ataca diretamente os jornais e a repórter Elvira Lobato.
Pastores e diretores da Igreja Universal incentivam fiéis a se aventurarem em processos judiciais para intimidar jornalistas a não realizarem reportagens sobre a Igreja. Este uso banal do Poder Judiciário como forma intimidatória poderá trazer conseqüências graves para a liberdade de expressão dos jornalistas.
Assédio judicial
Equipe da Universal orienta fiéis a processar imprensa
por Priscyla Costa, via Consultor Jurídico
A ofensiva da Igreja Universal do Reino de Deus contra a imprensa pode atingir proporções gigantescas. A igreja montou uma equipe para orientar seus fiéis a entrarem com pedidos de indenização por danos morais contra jornais e jornalistas que publicam notícias sobre os negócios da Universal.
Até agora, são 96 processos de fiéis em dezenas de cidades pelo interior do país. E o número vai crescer. Em reportagem exibida no último fim de semana pelo programa Domingo Espetacular, da TV Record — que pertence ao bispo da Universal Edir Macedo — é feita uma ameaça velada. Depois de dizer que há mais de 50 ações contra o jornal Folha de S.Paulo e a jornalista Elvira Lobato, lembra: “A Universal tem cinco mil templos”. A reportagem tem sido repetida com insistência pela emissora.
A série de ações de fiéis da Universal contra jornais começou depois que a Folha publicou a reportagem Universal chega aos 30 anos como império empresarial, em 15 de dezembro. No texto, a repórter Elvira Lobato relatou que a Universal construiu um conglomerado empresarial. A jornalista informou que uma das empresas da Igreja, a Unimetro, está ligada à Cableinvest, registrada no paraíso fiscal da ilha de Jersey, no canal da Mancha. “O elo aparece nos registros da empresa na Junta Comercial de São Paulo. Uma hipótese é que os dízimos dos fiéis sejam esquentados em paraísos fiscais”, informou.
Nas primeiras decisões sobre o caso, a manobra da igreja já foi classificada como “assédio judicial”, “aventura jurídica” e “abuso de direito” pelos juízes que apreciaram as causas. Segundo o departamento jurídico do jornal, a Folha e a jornalista Elvira Lobato foram intimados em 50 ações. O jornal já ganhou cinco delas. O único pedido rejeitado foi a preliminar para reunir todas as ações em um só juízo, solicitação negada pelo Juizado de Jaguarão (RS). Para todas, cabem recurso. A Igreja Universal diz que são 56 ações.
A maioria dos processos está concentrada em Juizados Especiais. Eles tramitam em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Piauí, Acre, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Amazonas, Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Norte, por enquanto. Todos foram protocolados em cidades do interior dos estados, para dificultar a defesa do jornal e jornalista. Uma audiência, por exemplo, aconteceu numa cidade do Amazonas que fica a 300 quilômetros de barco distante da capital, Manaus — neste caso, a viagem demora, pelo menos, 10 horas.
Apenas duas ações não entraram em Juizados Especiais. Uma é movida exclusivamente pela Universal. E existe uma queixa-crime contra a jornalista pelo crime de difamação.
Desde o mês de janeiro, o departamento jurídico da Folha tem se desdobrado para atender todas as intimações e comparecer as audiências. Tarefa impossível, claro. A advogada Taís Gasparian, responsável pela defesa do jornal e jornalista, disse para a Consultor Jurídico que na segunda-feira (18/2), por exemplo, seis audiências foram marcadas. Todas exigem a presença de advogado, preposto e parte. Gasta-se com passagem de avião, honorários e hora de trabalho. Nos lugares mais distantes, a Folha manda representantes.
“O que espanta é que o Juizado Especial foi criado para possibilitar o acesso dos cidadãos ao Judiciário, mas não para ser usado para atolar e inibir a cobertura da imprensa”, afirma Taís.
Ataque generalizado
Além da Folha, respondem ações de indenizações por danos morais o jornal Extra, e seu diretor de redação, Bruno Thys, do Rio de Janeiro; e A Tarde e o jornalista Valmar Hupsel Filho, de Salvador. O jornal Extra e Bruno Thys são réus em cinco ações movidas por pastores nas cidades de Barra Mansa, Campos, Miracema, Bom Jesus de Itabapoana e Santo Antônio de Pádua — todas do interior fluminense.
O jornal relatou o caso em que um fiel da igreja, Marcos Vinícius Catarino, danificou imagem de madeira de São Benedito em uma igreja de Salvador. Catarino foi detido pela polícia e liberado no mesmo dia. Os cinco pastores alegaram que se sentiram ofendidos com a divulgação da notícia. Afirmaram no pedido inicial estar “correndo o risco diário de sofrer agressões físicas e sofrendo discriminações até por parte de membros da Iurd, uma vez que eles também têm sido alvo de perseguição religiosa”.
O jornal A Tarde publicou reportagem sobre o mesmo episódio, assinada pelo repórter Valmar Hupsel Filho. Até o fim da semana passada, já haviam sido ajuizadas 35 ações contra a empresa e o jornalista em vários estados, nenhuma em Salvador, sede do jornal. Uma das ações foi extinta.
O próximo alvo é o jornal O Globo, também do Rio. Fiéis prometem processar o jornal por causa da reportagem Igreja Universal tenta intimidar jornalistas, em que a Universal é tratada como "seita". As ameaças de acionar a Justiça contra O Globo foram feitas em uma reportagem exibida no Domingo Espetacular, o programa dominical da Rede Record do bispo Macedo. Na reportagem, de longos 14 minutos, fiéis se dizem ofendidos e prometem recorrer à Justiça contra o jornal. Um dos fiéis ouvidos pela repotagem cotna que procurou o departamento jurídico da igreja, que o orientou a ingressar com a ação.
O Domingo Espetacular ainda destacou um texto do jornal Correio do Povo, pertencente à Rede Record, no Rio Grande do Sul, intitulado Justiça impõe derrota à Folha de S. Paulo em ações de fiéis da Igreja Universal, sobre o pedido rejeitado feito pela Folha para que todas as ações fossem concentradas em uma só cidade. A reportagem não faz nenhuma menção às decisões judiciais desfavoráveis a Igreja já proferidas.
A mesma dor
Nos processos contra a Folha, os fiéis sustentam que a jornalista Elvira Lobato “insinuou” que os membros da Universal são inidôneos e que o dízimo pago por eles é produto de crime. Disseram ainda que ouviram gozações de conhecidos. As petições são iguais, com parágrafos e citações bíblicas idênticas.
O dano narrado pelas partes também é idêntico: “O autor [da ação] passou a ser apontado por seus semelhantes com adjetivos desqualificantes e de baixo calão, além de ser abordado com dizeres do tipo: 'Viu só! Você que é trouxa de dar dinheiro para essa igreja!' 'Esse é o povo da sua igreja! Tudo safado!' 'Como é que você continua nessa igreja? Você não lê jornal, não?' 'É. Crente é tudo tonto, mesmo'.”
Dois juízes condenaram fiéis autores de ações por litigância de má-fé. “O Judiciário não pode admitir que seja usado, por quem quer que seja, para atingir objetivo ilegal, devendo repelir com veemência tais práticas”, sentenciou a juíza Zenair Ferreira Bueno Vasques Arantes, titular da comarca de Xapuri (AC). O fiel Maurício Muxió dos Santos foi condenado a pagar custas processuais e honorários advocatícios no valor de R$ 1,2 mil, além de multa de 1% sobre o valor da causa por má-fé.
“É evidente que a propositura das ações indenizatórias constituem retaliação orquestrada às matérias jornalísticas publicadas no jornal”, afirmou Zenair. Segundo ela, o fiel não foi mencionado no texto publicado pela Folha. Por isso não tem razão para pedir indenização. “Mesmo com muito esforço é impossível acreditar que fiéis, nos mais distantes rincões do país, tenham sido abordados como os mesmos dizeres”, afirmou.
O juiz Alessandro Leite Pereira, de Bataguaçu (MS), foi outro que condenou um fiel por má-fé. “O Poder Judiciário está sendo utilizado pelo autor para o fim espúrio de prejudicar os demandados, tendo em vista que diversas demandas, com a mesma causa de pedir e pedido, foram distribuídas pelos variados rincões do país, em localidades de difícil acesso, sendo nítida a intenção do autor, como também dos demais demandantes nas ações mencionadas, de dificultar a defesa dos réus”, escreveu Pereira na sentença. O juiz condenou Carlos Alberto Lima a pagar custas, despesas e honorários, que arbitrou em R$ 800 (1% do valor da causa).
O juiz Luís Henrique Lins Galvão de Lima, da comarca de Porangatu (GO), julgou improcedente a ação de indenização proposta por Aleksander Ferreira dos Santos. Em sua decisão, o juiz afirmou que sentenciava antes da audiência de conciliação “a fim de evitar que esta aventura jurídica vá avante e consuma o tempo e os recursos necessários aos processos de alta relevância para a sociedade”.
O juiz Edinaldo Muniz dos Santos, titular da comarca de Epitaciolândia (AC), extinguiu o processo em que Edson Duarte Silva pretendia obter indenização. O juiz entendeu que há um “assédio judicial”, ou seja, “uma atuação judicial massificada e difusa da Igreja Universal contra o jornal”. Outro pedido foi negado pelo juizado de Catolé do Rocha (PB).
Procurada pela reportagem, a Igreja Universal não se manifestou.
Sermão do Véio: processos como estes, intimidatórios, aventurosos, devem ser extintos antes mesmo de causar um prejuízo à parte contrária (financeiro, neste caso). O que a Igreja Universal deveria era dar reais explicações aos seus fiéis das dezenas de queixas de lavagem de dinheiro, "cartel religioso" e outras denúncias contra ela vinculadas.
Como dizia um velho sábio, ""A verdadeira religião é a vida que levamos, não o credo que professamos."
Até agora, são 96 processos de fiéis em dezenas de cidades pelo interior do país. E o número vai crescer. Em reportagem exibida no último fim de semana pelo programa Domingo Espetacular, da TV Record — que pertence ao bispo da Universal Edir Macedo — é feita uma ameaça velada. Depois de dizer que há mais de 50 ações contra o jornal Folha de S.Paulo e a jornalista Elvira Lobato, lembra: “A Universal tem cinco mil templos”. A reportagem tem sido repetida com insistência pela emissora.
A série de ações de fiéis da Universal contra jornais começou depois que a Folha publicou a reportagem Universal chega aos 30 anos como império empresarial, em 15 de dezembro. No texto, a repórter Elvira Lobato relatou que a Universal construiu um conglomerado empresarial. A jornalista informou que uma das empresas da Igreja, a Unimetro, está ligada à Cableinvest, registrada no paraíso fiscal da ilha de Jersey, no canal da Mancha. “O elo aparece nos registros da empresa na Junta Comercial de São Paulo. Uma hipótese é que os dízimos dos fiéis sejam esquentados em paraísos fiscais”, informou.
Nas primeiras decisões sobre o caso, a manobra da igreja já foi classificada como “assédio judicial”, “aventura jurídica” e “abuso de direito” pelos juízes que apreciaram as causas. Segundo o departamento jurídico do jornal, a Folha e a jornalista Elvira Lobato foram intimados em 50 ações. O jornal já ganhou cinco delas. O único pedido rejeitado foi a preliminar para reunir todas as ações em um só juízo, solicitação negada pelo Juizado de Jaguarão (RS). Para todas, cabem recurso. A Igreja Universal diz que são 56 ações.
A maioria dos processos está concentrada em Juizados Especiais. Eles tramitam em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Piauí, Acre, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Amazonas, Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Norte, por enquanto. Todos foram protocolados em cidades do interior dos estados, para dificultar a defesa do jornal e jornalista. Uma audiência, por exemplo, aconteceu numa cidade do Amazonas que fica a 300 quilômetros de barco distante da capital, Manaus — neste caso, a viagem demora, pelo menos, 10 horas.
Apenas duas ações não entraram em Juizados Especiais. Uma é movida exclusivamente pela Universal. E existe uma queixa-crime contra a jornalista pelo crime de difamação.
Desde o mês de janeiro, o departamento jurídico da Folha tem se desdobrado para atender todas as intimações e comparecer as audiências. Tarefa impossível, claro. A advogada Taís Gasparian, responsável pela defesa do jornal e jornalista, disse para a Consultor Jurídico que na segunda-feira (18/2), por exemplo, seis audiências foram marcadas. Todas exigem a presença de advogado, preposto e parte. Gasta-se com passagem de avião, honorários e hora de trabalho. Nos lugares mais distantes, a Folha manda representantes.
“O que espanta é que o Juizado Especial foi criado para possibilitar o acesso dos cidadãos ao Judiciário, mas não para ser usado para atolar e inibir a cobertura da imprensa”, afirma Taís.
Ataque generalizado
Além da Folha, respondem ações de indenizações por danos morais o jornal Extra, e seu diretor de redação, Bruno Thys, do Rio de Janeiro; e A Tarde e o jornalista Valmar Hupsel Filho, de Salvador. O jornal Extra e Bruno Thys são réus em cinco ações movidas por pastores nas cidades de Barra Mansa, Campos, Miracema, Bom Jesus de Itabapoana e Santo Antônio de Pádua — todas do interior fluminense.
O jornal relatou o caso em que um fiel da igreja, Marcos Vinícius Catarino, danificou imagem de madeira de São Benedito em uma igreja de Salvador. Catarino foi detido pela polícia e liberado no mesmo dia. Os cinco pastores alegaram que se sentiram ofendidos com a divulgação da notícia. Afirmaram no pedido inicial estar “correndo o risco diário de sofrer agressões físicas e sofrendo discriminações até por parte de membros da Iurd, uma vez que eles também têm sido alvo de perseguição religiosa”.
O jornal A Tarde publicou reportagem sobre o mesmo episódio, assinada pelo repórter Valmar Hupsel Filho. Até o fim da semana passada, já haviam sido ajuizadas 35 ações contra a empresa e o jornalista em vários estados, nenhuma em Salvador, sede do jornal. Uma das ações foi extinta.
O próximo alvo é o jornal O Globo, também do Rio. Fiéis prometem processar o jornal por causa da reportagem Igreja Universal tenta intimidar jornalistas, em que a Universal é tratada como "seita". As ameaças de acionar a Justiça contra O Globo foram feitas em uma reportagem exibida no Domingo Espetacular, o programa dominical da Rede Record do bispo Macedo. Na reportagem, de longos 14 minutos, fiéis se dizem ofendidos e prometem recorrer à Justiça contra o jornal. Um dos fiéis ouvidos pela repotagem cotna que procurou o departamento jurídico da igreja, que o orientou a ingressar com a ação.
O Domingo Espetacular ainda destacou um texto do jornal Correio do Povo, pertencente à Rede Record, no Rio Grande do Sul, intitulado Justiça impõe derrota à Folha de S. Paulo em ações de fiéis da Igreja Universal, sobre o pedido rejeitado feito pela Folha para que todas as ações fossem concentradas em uma só cidade. A reportagem não faz nenhuma menção às decisões judiciais desfavoráveis a Igreja já proferidas.
A mesma dor
Nos processos contra a Folha, os fiéis sustentam que a jornalista Elvira Lobato “insinuou” que os membros da Universal são inidôneos e que o dízimo pago por eles é produto de crime. Disseram ainda que ouviram gozações de conhecidos. As petições são iguais, com parágrafos e citações bíblicas idênticas.
O dano narrado pelas partes também é idêntico: “O autor [da ação] passou a ser apontado por seus semelhantes com adjetivos desqualificantes e de baixo calão, além de ser abordado com dizeres do tipo: 'Viu só! Você que é trouxa de dar dinheiro para essa igreja!' 'Esse é o povo da sua igreja! Tudo safado!' 'Como é que você continua nessa igreja? Você não lê jornal, não?' 'É. Crente é tudo tonto, mesmo'.”
Dois juízes condenaram fiéis autores de ações por litigância de má-fé. “O Judiciário não pode admitir que seja usado, por quem quer que seja, para atingir objetivo ilegal, devendo repelir com veemência tais práticas”, sentenciou a juíza Zenair Ferreira Bueno Vasques Arantes, titular da comarca de Xapuri (AC). O fiel Maurício Muxió dos Santos foi condenado a pagar custas processuais e honorários advocatícios no valor de R$ 1,2 mil, além de multa de 1% sobre o valor da causa por má-fé.
“É evidente que a propositura das ações indenizatórias constituem retaliação orquestrada às matérias jornalísticas publicadas no jornal”, afirmou Zenair. Segundo ela, o fiel não foi mencionado no texto publicado pela Folha. Por isso não tem razão para pedir indenização. “Mesmo com muito esforço é impossível acreditar que fiéis, nos mais distantes rincões do país, tenham sido abordados como os mesmos dizeres”, afirmou.
O juiz Alessandro Leite Pereira, de Bataguaçu (MS), foi outro que condenou um fiel por má-fé. “O Poder Judiciário está sendo utilizado pelo autor para o fim espúrio de prejudicar os demandados, tendo em vista que diversas demandas, com a mesma causa de pedir e pedido, foram distribuídas pelos variados rincões do país, em localidades de difícil acesso, sendo nítida a intenção do autor, como também dos demais demandantes nas ações mencionadas, de dificultar a defesa dos réus”, escreveu Pereira na sentença. O juiz condenou Carlos Alberto Lima a pagar custas, despesas e honorários, que arbitrou em R$ 800 (1% do valor da causa).
O juiz Luís Henrique Lins Galvão de Lima, da comarca de Porangatu (GO), julgou improcedente a ação de indenização proposta por Aleksander Ferreira dos Santos. Em sua decisão, o juiz afirmou que sentenciava antes da audiência de conciliação “a fim de evitar que esta aventura jurídica vá avante e consuma o tempo e os recursos necessários aos processos de alta relevância para a sociedade”.
O juiz Edinaldo Muniz dos Santos, titular da comarca de Epitaciolândia (AC), extinguiu o processo em que Edson Duarte Silva pretendia obter indenização. O juiz entendeu que há um “assédio judicial”, ou seja, “uma atuação judicial massificada e difusa da Igreja Universal contra o jornal”. Outro pedido foi negado pelo juizado de Catolé do Rocha (PB).
Procurada pela reportagem, a Igreja Universal não se manifestou.
Sermão do Véio: processos como estes, intimidatórios, aventurosos, devem ser extintos antes mesmo de causar um prejuízo à parte contrária (financeiro, neste caso). O que a Igreja Universal deveria era dar reais explicações aos seus fiéis das dezenas de queixas de lavagem de dinheiro, "cartel religioso" e outras denúncias contra ela vinculadas.
Como dizia um velho sábio, ""A verdadeira religião é a vida que levamos, não o credo que professamos."
Decisão vale para aprovada ao cargo oficial de Justiça no estado de SP.
Sentença pode servir de orientação para tribunais de todo o país.
Sentença pode servir de orientação para tribunais de todo o país.
Ser contratado como servidor público - com direito à estabilidade no emprego - é o sonho de milhares de brasileiros que passam anos estudando para os concursos públicos. O problema é que não basta ser aprovado. O mais difícil nesses casos é assumir a vaga.
No julgamento de uma ação, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) mudou o entendimento jurídico sobre o tema. Decidiu que o candidato aprovado dentro do número de vagas do edital tem direito certo à nomeação.
A decisão vale para o caso especifico de uma candidata aprovada no concurso para oficial de Justiça no estado de São Paulo que não conseguiu tomar posse. Mas, segundo o STJ, a sentença pode servir de orientação para tribunais de todo o país.
A notícia é um alívio para William Rodrigues Brito. Há um ano ele passou num concurso para a Guarda Municipal de Santos, em São Paulo, mas a prefeitura diz que não tem prazo para contratar os aprovados. ”Estudei, paguei taxa de R$ 40, e estou esperando a nomeação”.
Em 2006, Reinaldo de Oliveira dos Santos ficou em primeiro lugar num concurso para oficial de Justiça, em Jequié, na Bahia. Nem assim ele foi chamado. “O Tribunal de Justiça alega falta de verba. Mas quando você faz concurso acha que a sua vida vai mudar”.
Gastos
E os cursos preparatórios são caros. Segundo José Wilson Granjeiro, dono de cursinho, a média de gasto é de R$ 3 mil a R$ 6 mil durante um ano entre cursinhos, aulas, apostilas, e livros. “Agora estes concursos mais especializados, mais exigentes como TCU, Senado, magistratura, Ministério Publico o candidato vai gastar seguramente de R$ 20 mil a R$ 30 mil e vai estudar pelo menos de 3 a 4 anos intensamente.”
Por isso, quem estudou, investiu dinheiro, foi aprovado e não foi chamado para assumir a função agora pode ter uma esperança de reverter a situação.
Sermão do Véio: demorou para algum fazer algo a respeito em relação à fara dos concursos públicos. Explico: determinados órgãos públicos abrem até que anualmente concursos para dezenas, centenas de vagas, mas chamam apenas um, dois, dez candidatos. Isto atrai milhares de concorrentes que pagam as inscrições que revertem em fundos ($$$) para a administração pública. Ou seja: concurso público tornou-se sinônimo de renda pública.
Aí você que se rala de estudar por vários anos, passa no concurso e "na hora do vamos ver" o poder público simplesmente alega "falta de fundos". Absurdo! Se não tem grana para pagar, que não abra concursos e furte o nosso dinheiro!
No julgamento de uma ação, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) mudou o entendimento jurídico sobre o tema. Decidiu que o candidato aprovado dentro do número de vagas do edital tem direito certo à nomeação.
A decisão vale para o caso especifico de uma candidata aprovada no concurso para oficial de Justiça no estado de São Paulo que não conseguiu tomar posse. Mas, segundo o STJ, a sentença pode servir de orientação para tribunais de todo o país.
A notícia é um alívio para William Rodrigues Brito. Há um ano ele passou num concurso para a Guarda Municipal de Santos, em São Paulo, mas a prefeitura diz que não tem prazo para contratar os aprovados. ”Estudei, paguei taxa de R$ 40, e estou esperando a nomeação”.
Em 2006, Reinaldo de Oliveira dos Santos ficou em primeiro lugar num concurso para oficial de Justiça, em Jequié, na Bahia. Nem assim ele foi chamado. “O Tribunal de Justiça alega falta de verba. Mas quando você faz concurso acha que a sua vida vai mudar”.
Gastos
E os cursos preparatórios são caros. Segundo José Wilson Granjeiro, dono de cursinho, a média de gasto é de R$ 3 mil a R$ 6 mil durante um ano entre cursinhos, aulas, apostilas, e livros. “Agora estes concursos mais especializados, mais exigentes como TCU, Senado, magistratura, Ministério Publico o candidato vai gastar seguramente de R$ 20 mil a R$ 30 mil e vai estudar pelo menos de 3 a 4 anos intensamente.”
Por isso, quem estudou, investiu dinheiro, foi aprovado e não foi chamado para assumir a função agora pode ter uma esperança de reverter a situação.
Sermão do Véio: demorou para algum fazer algo a respeito em relação à fara dos concursos públicos. Explico: determinados órgãos públicos abrem até que anualmente concursos para dezenas, centenas de vagas, mas chamam apenas um, dois, dez candidatos. Isto atrai milhares de concorrentes que pagam as inscrições que revertem em fundos ($$$) para a administração pública. Ou seja: concurso público tornou-se sinônimo de renda pública.
Aí você que se rala de estudar por vários anos, passa no concurso e "na hora do vamos ver" o poder público simplesmente alega "falta de fundos". Absurdo! Se não tem grana para pagar, que não abra concursos e furte o nosso dinheiro!
Esse cara do vídeo é tão burro que decidiu se entregar no final.
Depois de tantos rumores e fakes que circularam pela net, o sucessor do Nokia N95 parece finalmente se tornar realidade.

Sim… Desta vez, o anuncio é oficial! A Nokia lançou um press-release do novo celular da série N - o Nokia N96 - que contará com um display de 2,8 polegadas, além de nada menos que 16 GB de memória interna, que equivale a aproximadamente 40 horas de vídeo, podendo ser expandido para até 24 GB via cartão micro-SD (8GB).
Além disso, assim como o N95, você contará também com uma câmera de 5 Megapixels com lentes Carl Zeis e Flash. E falando em câmera, neste modelo você poderá gravar vídeos em resolução de DVD a 30 frames por segundo, além de contar com um sistema de GeoTag para quando você disparar as suas fotos!
Do mesmo modo, o Nokia N96 não poderia deixar de ter um sistema de GPS integrado, além de um sintonizador de TV DVB-H. Sua conectividade oferece o padrão USB 2.0, Bluetooth, Wireless e HSDPA.
Seu sistema suporta arquivos padrão de vídeo, como MPEG2, WMV e Flash / FLV… Conseqüentemente, você conseguirá rodar seus vídeos prediletos do YouTube.
Não foi pronunciado qualquer informação sobre a presença de acelerômetro neste modelo, mas o seu valor final estima-se em torno de 799 Euros ( cerca de R$ 2050,00 ) sem contrato com operadoras, e sua disponibilidade está prevista para o terceiro trimestre deste ano.
PS: parece que eles ainda não colocaram display touchscreen no celular, assim como o IPhone. Estranho, pois parece que esta funcionalidade facilita e muito quando se está trabalhando com um aparelho tão pequeno com tantos recursos.
Além disso, assim como o N95, você contará também com uma câmera de 5 Megapixels com lentes Carl Zeis e Flash. E falando em câmera, neste modelo você poderá gravar vídeos em resolução de DVD a 30 frames por segundo, além de contar com um sistema de GeoTag para quando você disparar as suas fotos!
Do mesmo modo, o Nokia N96 não poderia deixar de ter um sistema de GPS integrado, além de um sintonizador de TV DVB-H. Sua conectividade oferece o padrão USB 2.0, Bluetooth, Wireless e HSDPA.
Seu sistema suporta arquivos padrão de vídeo, como MPEG2, WMV e Flash / FLV… Conseqüentemente, você conseguirá rodar seus vídeos prediletos do YouTube.
Não foi pronunciado qualquer informação sobre a presença de acelerômetro neste modelo, mas o seu valor final estima-se em torno de 799 Euros ( cerca de R$ 2050,00 ) sem contrato com operadoras, e sua disponibilidade está prevista para o terceiro trimestre deste ano.
Fonte: AllGSM
PS: parece que eles ainda não colocaram display touchscreen no celular, assim como o IPhone. Estranho, pois parece que esta funcionalidade facilita e muito quando se está trabalhando com um aparelho tão pequeno com tantos recursos.
Atente aos detalhes: toque na buzina, o bem-te-vi, a sonora frase do moleque que estava filmando...
INSCRIÇÕES ABERTAS ! (vagas limitadas) NÃO PERCAM!
OBJETIVO PEDAGÓGICO
Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência - o cérebro .
SÃO 4 MÓDULOS
Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1. Aprender a viver sem a mamãe ( 2.000 horas)
2. Minha mulher não é minha mãe, nem minha empregada doméstica (350 horas)
3. Entender que não se classificar para o Mundial não é a MORTE (500 hs)
2. Minha mulher não é minha mãe, nem minha empregada doméstica (350 horas)
3. Entender que não se classificar para o Mundial não é a MORTE (500 hs)
Módulo 2: Vida a dois
1. Ser pai e não ter ciúmes do filho (50 horas)
2. Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas (500 hs)
3. Superar a síndrome do ' o controle remoto é meu ' (550 horas)
4. Não urinar fora do vaso ( 1.000 horas - exercícios práticos em vídeo)
5.. Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário (800 hs)
6. Como chegar ao cesto de roupa suja (500 horas)
7. Como sobreviver a um resfriado sem agonizar (450 horas)
2. Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas (500 hs)
3. Superar a síndrome do ' o controle remoto é meu ' (550 horas)
4. Não urinar fora do vaso ( 1.000 horas - exercícios práticos em vídeo)
5.. Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário (800 hs)
6. Como chegar ao cesto de roupa suja (500 horas)
7. Como sobreviver a um resfriado sem agonizar (450 horas)
Módulo 3: Tempo livre
1. Passar uma camisa em menos de duas horas (exercícios práticos)
2. Tomar a cerveja sem arrotar, quando se está à mesa (exercícios práticos)
2. Tomar a cerveja sem arrotar, quando se está à mesa (exercícios práticos)
Módulo 4: Curso de cozinha
1. Nível 1 (principiantes - os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA
2. Nível 2 (avançado) minha primeira sopa instantânea sem queimar a Panela
3 . Exercícios práticos - ferver a água antes de por o macarrão
2. Nível 2 (avançado) minha primeira sopa instantânea sem queimar a Panela
3 . Exercícios práticos - ferver a água antes de por o macarrão
CURSOS COMPLEMENTARES:
(POR RAZÕES DE DIFICULDADE , COMPLEXIDADE E ENTENDIMENTO DOS TEMAS , OS CURSOS TERÃO NO MÁXIMO 3 ALUNOS)
1. A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico competente para fazer reparos;
2. Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência;
3. Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela;
4. O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5. Como baixar a tampa do vaso passo a passo (teleconferência);
6. Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais (exercícios de reflexão em dupla);
7. Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes (testemunhos);
8. O detergente: doses, consumo e aplicação.
Práticas para evitar acabar com a casa;
9. A lavadora de roupas: esse grande mistério!!
10. Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão (exercícios com musicoterapia);
11. A xícara de café: ela levita, indo da mesa à pia? ( exercícios Dirigidos por Mister M);
12. Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.
(POR RAZÕES DE DIFICULDADE , COMPLEXIDADE E ENTENDIMENTO DOS TEMAS , OS CURSOS TERÃO NO MÁXIMO 3 ALUNOS)
1. A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico competente para fazer reparos;
2. Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência;
3. Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela;
4. O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5. Como baixar a tampa do vaso passo a passo (teleconferência);
6. Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais (exercícios de reflexão em dupla);
7. Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes (testemunhos);
8. O detergente: doses, consumo e aplicação.
Práticas para evitar acabar com a casa;
9. A lavadora de roupas: esse grande mistério!!
10. Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão (exercícios com musicoterapia);
11. A xícara de café: ela levita, indo da mesa à pia? ( exercícios Dirigidos por Mister M);
12. Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.
Não, esse aí não é o Locke. É sim o Coronel Kurtz, representado por Marlon Brando em "Apocalipse Now" (se você não assistiu, está perdendo um clássico do cinema). No segundo episódio dessa temporada Sawyer fez menção ao citado personagem ao chamar John de Coronel Kurtz.Enfim, abaixo estão os links para o terceiro epispódio e legenda desta quarta temporada do maior seriado de todos os tempos: Lost.
Lembrando que a legenda é do site Legendas.Tv, excelente trabalho do grupo psicopatas e o arquivo correspondente é torrent.
PS: um pouco atrasado porquê o computador do Ir. Colpani (novamente) deu pau.
Uma caipirinha detestava usar calcinha. De tanto sua avó lhe chamar a atenção, foi até a máquina de costura de sua mãe e fez uma. Como não havia nenhum tecido em casa, ela usou um saco de algodão.
Depois de pronto, foi hora de estrear. Tomou um ônibus e foi para a cidade.
Lá dentro, um caipira sentado à sua frente, não parava de olhar pra suas pernas. Já não agüentando mais, a caipirinha disse:
- Que foi seu tonto? Nunca viu uma calcinha?
- Vi sim, moça. Mas escrito: “RAÇÃO PRA PINTO” nunca!
Depois de pronto, foi hora de estrear. Tomou um ônibus e foi para a cidade.
Lá dentro, um caipira sentado à sua frente, não parava de olhar pra suas pernas. Já não agüentando mais, a caipirinha disse:
- Que foi seu tonto? Nunca viu uma calcinha?
- Vi sim, moça. Mas escrito: “RAÇÃO PRA PINTO” nunca!

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Raul Seixas.
Adoradores de Javé
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A Irmandade
Surgida em agosto de 2003, a Irmandade Véio Rosa glorifica e apregoa os ensinamentos daquele que morreu na pedreira. Poucos conhecem este grande conhecedor das estruturas minerais e cujos ensinamentos elucidam os mais sábios das sociedades antigas. Com sua argola no braço, longa barba e muita dedicação em acabar com o Cristianismo e qualquer forma de vinculação à madeira, o Grande Véio Rosa emerge como a nova fonte de luz para um mundo perdido, que cada vez mais abandona a rocha por plásticos e materiais sintéticos.
O Véio Rosa
Em sua condição mortal, Véio Rosa foi um ancião que tinha por tarefa explodir as pedras de uma pedreira em Toledo - Paraná, transformando-as em britas. Também as quebrava usando uma picareta e por isso usava uma argola de cobre no braço para não dar cãibras. Certo dia calculou errado o tempo e quantidade de dinamite usada para detonar mais uma muralha, morrendo esmagado, soterrado. Toda vez que nós, Irmãos, passávamos perto da pedreira comentávamos: "Está vendo aquele lugar ali? Foi aí que Véio Rosa explodiu as pedras e morreu".
Arquivo Morto
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