Véio Rosa, após sua lida na pedreira, gostava de descansar batendo em seus amigos. Pergunto: Qual amigo nunca quis bater em seu amigo? As amizades se solidificam também nos momentos de agressão. Contudo, o que não deve existir é o sentimento de raiva. Dessa forma, os integrantes da irmandade Véio Rosa desenvolveram um esporte que reúne as características necessárias para firmar as amizades. Chamamos o esporte de: FUTSACO.

No futsaco você pode encher o seu amigo de porrada e a amizade tornar-se-á mais forte. Vejamos: o jogo é disputado em uma piscina. Dois times contendo entre 2 ou 3 integrantes se rivalizam tendo como objetivo levar a bola até a borda da piscina do campo adversário somente com os pés e cabeça, sem encostar a mão na bola. O placar se adapta ao tipo de piscina mas deve ser discutido antes do início da partida. Cada vez que se encosta a mão na bola, caracteriza penalidade. A penalidade dá direito a um lance livre - da metade da piscina - jogando a bola com a mão e tendo um goleiro para defender. Cada 3 penalidades cometidas gera-se um ponto. Chutes e cabeçadas no adversário fazem parte do jogo, o que não caracteriza penalidade. Porventura, nas disputas pela bola, ocorrem chutes na cabeça, ou na boca ou, então, no saco: caracterizando o FUTSACO. Caso aja sangramento, deve-se interromper a partida até que o atingido concorde em prosseguir o jogo. É uma atividade física que proporciona um bom condicionamento, queima de calorias e hematomas.

Todavia, após a partida, é feito uma confraternização onde contamos os ferimentos. As exigências para a partida são feitas conforme a necessidade como, por exemplo, cortar as unhas do pé pois nas últimas partidas disputadas, pessoas saíram com consideráveis arranhões.

Essas são as regras básicas para o FUTSACO, as quais devem ser respeitadas. Para um perfeito entendimento do mecanismo de jogo, o aconselhável é assistir uma partida a qual acontece, geralmente, nos dias de reunião da irmandade.

FUTSACO by Véio Rosa (AQMNP); um jogo agressivo que une os irmãos. O único o qual você descarrega suas energias em seu amigo e depois se confraterniza.

FUTSACO também está presente no orkut, assim como a Irmandade Véio Rosa.

29 de abr. de 2006

Divulgação



Copiem e colem o texto abaixo para divulgarem o blog da Irmandade.

"Não existe qualquer segmento humano, social ou mesmo físico aquém da evolução. Transformação natural, fruto de pesquisas ou mero destino, a mutacionalidade progressiva permite a gênese de novas formas de analisar o que já era conhecido, mas com um prisma ou mesmo com objetos de estudo diferentes.
A Irmandade Véio Rosa, seguidora dos ensinamentos do Mestre Véio Rosa, aquele que morreu na pedreira (AQMNP), não poderia estagnar-se no tempo. É certo que o surgimento da Irmandade deu-se primordialmente com a criação de um grupo virtual representativo de um grupo de amigos, mas estes queriam mais.
Disto, no último dia 24 de abril, aproximadamente 2 anos e meio após a criação da germanita, publicou-se o blog da Irmandade Véio Rosa (veiorosa.blogspot.com). Aqui, além dos acontecimentos que ocorreram e ocorrerão com os membros-irmãos (fotos e fatos), transcrever-se-á divagações, delírios ou mesmo baboseiras destas cabeças pensantes que, geralmente, não tem mais nada para fazer.
Acessem o site e comentem, afinal, o que queremos não é ser famosos, mas eternos.

veiorosa.blogspot.com

Abraço a todos."




Muitas pessoas se perguntam o que fazer no final de semana. Algumas saem no sábado a noite para festar, ir a shows, boates e comer em restaurantes e afins. Outras preferem os domingos, algo mais reservado, assistir um filme no cinema ou mesmo em casa etc. Tem também aqueles malacos que emendam desde sexta (e porque não quinta!), enchem a cara de cerveja e caem nos bueiros, nas sargetas, só fazem cagada que no outro dia se arrependem mas voltam a repetir os mesmos atos final de semana depois. Têm aqueles que vão à igreja e outros à zona; e têm também os que ficam em casa sem fazer nada. Eu gostaria de fazer um churrasco final de semana mas no meu apartamento não tem churrasqueira, portanto, espero retornar ao meu lar original (que tem uma bela churrasqueira) para fazer um delicioso assado.

Não é a questão de comer a carne, suculenta e macia, mas sim de todo o ritual que envolve fazer o churrasco. É como pescar: comer o peixe vem em segundo plano. O churrasco precisa de atenção com o tempero, com o espetar e com o cuidar a carne para que não fique fora do ponto. Depois vem o problema que todos querem comer ao mesmo tempo e o ponto da carne não agrada a todos; e todos reclamam. Mas isso faz parte. Enquanto se assa a carne, se toma uma cerveja estupidamente gelada. Não cabe ao churrasqueiro pegar a cerveja e cuidar o seu grau; cabe aqueles que estão ao redor do churrasqueiro. É como o gaiteiro: o copo do gaiteiro nunca deve estar vazio. Se ficar vazio, o gaiteiro terá que parar de abrir e fechar o seu fole para encher o copo e o ritmo da música quebrar-se-a. Em um bom churrasco, há somente carne, pão e cerveja. Saladas e pastos não deviam acompanhar pois, seguindo o raciocínio, temos que "o boi come o pasto, o pasto em parte é eliminado e em parte é absorvido nutrindo as células do animal. Assim, o homem ao comer a carne, estará ingerindo automaticamente o pasto". Seria como comer uma macarronada temperada com agnolini. E por que o pão? Várias são as teorias; em minha opinião, o pão serve para ajudar a encher a barriga, devido o custo da carne. Dificilmente você vê um churrasqueiro comendo pão, pois ele estando em contato com a carne o tempo todo, sem estar sob o olhar atento dos demais integrantes da churrascada, pode comer somente carne que ninguém irá notar. Agora, se todos comessem somente carne, quanta carne seria necessário para alimentar dezenas de homens que divertem-se na festa?!. Sem o jogo de truco, o churrasco nunca está completo mas este é um assunto que ocupará outras linhas em momento oportuno. Hoje encerro por aqui, esperando que comentem o post.

Aos que compreendem, um muito obrigado pela inteligência e bom senso...

28 de abr. de 2006

Primeiro texto do Véio Rosa



"Surgida em agosto de 2003, a Irmandade Véio Rosa glorifica e apregoa os ensinamentos daquele que morreu na pedreira. Poucos conhecem este grande conhecedor das estruturas minerais e cujos ensinamentos elucidam os mais sábios das sociedades antigas. Com sua argola no braço, longa barba e muita dedicação em acabar com o Cristianismo e qualquer forma de vinculação à madeira, o Grande Véio Rosa emerge como a nova fonte de luz para um mundo perdido, que cada vez mais abandona a rocha por plásticos e materiais sintéticos."
O prólogo parece até um pouco desconcertante, mas foi o primeiro texto escrito sobre o Grande Véio Rosa.

A Irmandade, por sua vez, nada mais é do que um grupo de amigos cujas vidas insistiram em continuar unidas, mesmo a longas distâncias. O porquê do Véio Rosa é uma referência que só os membros-irmãos conhecem, por isto não vos falarei (é como se fosse um segredo de fraternidade, mas que pode ser descoberto em qualquer uma de nossas festas nostálgicas).

27 de abr. de 2006

Eis o Véio Rosa




Apresento-lhes o Véio Rosa, AQMNP.



Inicia-se o blog Véio Rosa, aquele que morreu na pedreira e usava uma argola de cobre no braço para não dar câibra. Véio Rosa é o supremo que nos guia para difundir os seus postulados através da tecnologia e bla bla bla.
Começamos através de mensagens de e-mails, evoluímos e usamos o yahoo grupos para depois chegar ao blog. Em vista estão o livro Véio Rosa e, porque não, o filme Véio Rosa, aquele que morreu na pedreira.
De qualquer forma, este ser criado a partir da insistência em sempre repetir as palavras quando passávamos em frente a uma pedreira rumo as inúmeras aventuras de bicicleta em trilhas e asfalto: "Ali trabalhava o Véio Rosa. Um dia ele foi explodir as pedras e calculou errado o tempo e morreu" serviu para manter unido um grupo que tem uma das linhas da vida em comum. Apesar da distância que cedo começou a distanciar os membros no convívio do dia-a-dia, continua o espírito de amizade que desde o início nos manteve juntos. E assim perpetua-se se não em nossos atos mas, com certeza, em nossa memória os passeios de biciclieta em dias de chuva, as idas e vindas de outras cidades, acampamentos e pescarias, festas e churrascos. E tão cedo não terá fim.
Esse é um pouco do Véio Rosa, aquele que morreu na pedreira (AQMNP)

A vida.

Em sua condição mortal, Véio Rosa foi um ancião que tinha por tarefa explodir as pedras de uma pedreira em Toledo - Paraná, transformando-as em britas. Também as quebrava usando uma picareta e por isso usava uma argola de cobre no braço para não dar cãibras. Certo dia calculou errado o tempo e quantidade de dinamite usada para detonar mais uma muralha, morrendo esmagado, soterrado. Toda vez que nós, Irmãos, passávamos perto da pedreira comentávamos: "Está vendo aquele lugar ali? Foi aí que Véio Rosa explodiu as pedras e morreu".

24 de abr. de 2006

Recado


Sabem que estou sem computador por que minha placa-mãe e fonte queimaram. Por conseqüência, estou sem Photoshop também. Alterações no layout do blog só quando estiver com o Photoshop de novo.
Abraços.


Vamos combinar um padrão. Provisoriamente: Fonte: Verdana. Text: Justificado. Tamanho: Normal.